Sobre a experiência do MPFs.

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  1. É preciso louvar a iniciativa de tornar a Igreja mais viva e próxima das pessoas, por meio de pequenas comunidades, onde o relacionamento humano é mais intenso e caloroso.
  2. É claro que há uma tendência dos agentes de pastoral de outras décadas de querer controlar a ideologia que circula nesses grupos. Porém, pela estrutura apresentada, parece que a paróquia é quem dá o rumo em questões de perspectivas ideológicas.
  3. O que não fica claro é o relacionamento dos membros das MPFs com os demais cristãos que frequentam a paróquia.
  4. Também não se percebe com clareza se os temas próprios da Igreja do Brasil têm espaço na reflexão dessas comunidades, tais como reflexões dos meses temáticos (vocacional, missionário etc.) bem como a Campanha da Fraternidade.
  5. Qual a diferença entre uma fraternidade jovem e uma composta de adultos?
  6. Em todo o caso, creio que é uma alternativa válida, sobretudo para as paróquias urbanas, onde o relacionamento humano tende a ser frio e distante.

Manoel Godoy

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