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Há cem anos, os armênios clamam para que a catástrofe que os abateu seja reconhecida no mundo. O papa Francisco ousou nomear como “genocídio” o holocausto sofrido por esse povo em 1915, provocando reações de todas as partes pelo que o nome evoca e que se quer esquecer. Aniquilamento dos corpos, da cultura, da vida! Há que se fazer memória dessa dor, não esquecê-la. “Que essa tragédia obscurecida entre na memória de todos e sirva para fazer compreender, refletir e evitar o mal obscuro que corre o risco de nos envolver”. Que as cruzes de pedra florida, símbolos de alegria e de renascimento possam seguir adornando a caminhada dos cristãos armênios, na diáspora ou na Turquia.

http://www.ihu.unisinos.br/noticias/541730-os-100-anos-de-solidao-dos-armenios-artigo-de-antonia-arslan

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