questões africanas

Téologos e bispos da África se posicionam na tentativa de ampliar os debates do Sínodo da Família que se aproxima. Questionam o euro-centrismo que vigora nos debates, em detrimento da reflexão sobre outras realidades. Apresentamos algumas de suas pertinentes reflexões abaixo e convidamos a você, leitor, a ampliar o olhar sobre essa realidade lendo, na íntegra, o texto da reportagem presente no link.

“É de se perguntar por que a sexualidade é uma questão moral premente, mas não o é o fato de que milhões de africanos não têm supridas as necessidades básicas tais como água, alimento e abrigo. Por que orientação sexual é um direito humano básico, mas não o é o direito à água?”

“Aprender sobre os efeitos bons ou negativos dos métodos anticoncepcionais, da infertilidade ou da fertilidade com base na categoria do que é pecaminoso ou não é simplista demais para uma cultura onde a fecundidade é um dos elementos mais importantes no casamento”.

“A violência contra as mulheres e a falta de pais estáveis nos países africanos são problemas que o Sínodo de outubro deve debater. Há uma “crise” de paternidade no continente, apenas 3% dos africanos dizem ter um bom relacionamento com os pais”.

“O desafio da família africana moderna, hoje, é a presença dos pais”. “Os meninos não têm a presença do preceptor; eles não têm esta figura que lhes sirva de modelo”.

Para ler o texto na íntegra, acesse:

http://www.ihu.unisinos.br/noticias/545699-teologos-e-bispos-africanos-propoem-debates-mais-amplos-no-sinodo

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