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Era o dia 16 de novembro de 1965. Prestes a encerrar o Concílio Ecumênico Vaticano II, 42 bispos se dirigiram às catacumbas de Santa Domitila, onde milhares de cristãos dos primórdios do Cristianismo têm seus túmulos, e ali, tendo o sangue de mártires por testemunha, guiados pelo Espírito do Ressuscitado, assumiram um compromisso de radicalidade de vida, como foi a do Mestre de Nazaré. Mais de 2500 prelados participaram do concílio, mas, qual fermento na massa, somente esses 42 padres conciliares, de diferentes continentes, de 15 países, vários dos quais latino-americanos, assumiram o pacto por uma Igreja servidora e pobre. Antes do término do Concílio, em 08 de dezembro, já eram aproximadamente 500 os signitários.

Aquele pacto, pela força do Espírito, continua impactando a Igreja, hoje. Francisco não participou do Vaticano II, mas busca que a Igreja viva o compromisso ali assumido: ser servidora e pobre. Para mais conhecer sobre o Pacto das Catacumbas, sugerimos:

http://www.ihu.unisinos.br/noticias/548834-qpacto-das-catacumbasq-revive-com-o-papa-francisco-50-anos-depois

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