Os bispos de Jerusalém divulgaram uma declaração a respeito dos atentados de Beirute e de Paris vincando a necessária luta conjunta de crentes de todas as religiões em prol da paz.  Afirmam que a opressão, o ódio, a má educação e o fanatismo estão na origem da intolerância e são males que devem ser combatidos. Pode-se escutar a notícia na Rádio Vaticano, em Português, acessando o link abaixo:

http://pt.radiovaticana.va/news/2015/11/17/bispos_da_terra_santa_combater_o_

terrorismo_sem_duplicidade/1187553

Também o Cardeal Parolin se pronuncia a respeito do tema ressaltando a urgência de se trabalhar o diálogo e a compreensão como as únicas possibilidades para se construir um mundo reconciliado e pacífico:

http://pt.radiovaticana.va/news/2015/11/18/card_parolin_deter_agressor,_mas_

trabalhar_para_o_di%C3%A1logo/1187658

ppppp

O terrorismo deve ser combatido sem usar “duplicidade de medida”, afrontando todos juntos  os fenômenos que estão na sua raiz “a opressão, o ódio, a má educação e o fanatismo”. São estas as propostas realísticas presentes na declaração divulgada pela Assembleia dos Bispos Ordinários Católicos da Terra Santa, para exprimir o seu pesar pelos “atentados de Beirute e de Paris”, onde vidas inocentes foram uma vez mais dizimadas por uma “cultura de morte que se opõe à lei de Deus e à lei dos homens”.

Na declaração, difundida pelos órgãos oficiais do Patriarcado Latino de Jerusalém e replicada pela agência Fides, os bispos católicos da Terra Santa recordam a necessidade urgente de unir forças de todos os Países e dos crentes de todas as religiões para se opor à violência, que se dirige em modo indiscriminado contra tudo e todos. “Em caso contrário – lê-se no comunicado – essa [violência] antes ou depois também nos atingirá”. Os bispos da Terra Santa concluem a sua mensagem pedindo a Deus Omnipotente “também pelos arautos do terror, para que se convertam e se arrependam daquilo que fizeram”.

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