Segundo o relatório Perspectivas Econômicas para a América Latina 2017, que analisa desafios e oportunidades da juventude na América Latina e que foi apresentado no dia 30 de outubro pela Organização para a Cooperação e o Desenvolvimento Econômico (OCDE) e o Banco de Desenvolvimento da América Latina (CAF) há uma situação que compromete a construção de uma futuro melhor.  Tais estudos mostram de forma explícita as graves consequências do pecado social de nossa sociedade neoliberal marcada pela perversa concentração de renda nas mãos de poucos provocando uma vil desigualdade socioeconômica. Eles revelam o fosso criado, quase intransponível, entre as juventudes mais pobres e excluídas da cidadania e da mesa da dignidade, de um lado, e as juventudes incluídas nas benesses do sistema e no acesso à saúde, educação e novas tecnologias, de outro.

Uma Igreja que assume explicitamente a opção pelos jovens não pode renunciar ao profetismo sem tornar-se omissa ou conivente com tal realidade iníqua e que perpetua as graves consequências do pecado social vigente em nosso contexto latino-americano atual.

O Observatório da Evangelização disponibiliza aqui duas reportagens sobre os resultados desses estudos e recomenda a leitura e a renovação do compromisso profético de testemunhar e anunciar o Evangelho neste contexto.

  1. Segundo o documento, “um de cada cinco jovens da América Latina não tem emprego, não estuda, nem recebe capacitação, somando um total de quase 30 milhões nesta situação”.

Acesse: http://www.ihu.unisinos.br/561894-hoje-100-milhoes-de-jovens-latino-americanos-sao-pobres

  1. São 32 milhões de jovens latino-americanos entre 15 e 29 anos, um em cada cinco, que não estudam nem trabalham, de acordo com o relatório Perspectivas Econômicas da América Latina, da OCDE.

Acesse: http://www.ihu.unisinos.br/561923-um-em-cada-cinco-jovens-na-america-latina-nao-estuda-nem-trabalha

O drama das juventudes excluídas só deixa de ser socialmente invisível quando se torna uma ameaça para a sociedade.
O drama das juventudes excluídas só deixa de ser socialmente invisível quando se torna uma ameaça para a sociedade.
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