Minas Gerais recebeu este nome e tornou-se mundialmente cobiçada enquanto possuidora de pedras e metais preciosos, dos quais quase só nos resta parte do “quadrilátero ferrífero”, mas, infelizmente, por ignorância ou por perversidade dos poderosos ainda não é conhecida e nem defendida como a portadora de importante “quadrilátero aquífero” para o equilíbrio de todo o complexo território brasileiro.

A sociedade não pode mais ignorar o que as grandes empresas  nacionais, internacionais e multinacionais – centradas e movidas quase que exclusivamente pela lógica do capitalismo extrativista e economicista – estão destruindo em nosso território. Agem com a conivência e irresponsabilidade promíscua de autoridades políticas, de órgãos competentes de fiscalização e de instituições políticas públicas.

Empresas e poder público têm se mostrado distantes e/ ou indiferentes a toda pertinente reflexão ecológica e eco-ética. Não podemos ficar calados diante de tanto descaso com o povo brasileiro e com a nossa Casa comum.

Para ampliar a consciência crítica e ecológica, no contexto de lançamento da Campanha da Fraternidade 2017, cujo tema é “FRATERNIDADE: BIOMAS BRASILEIROS E DEFESA DA VIDA” e que tem como lema “CULTIVAR E GUARDAR A CRIAÇÃO” (Gn 2,13), o Observatório da Evangelização divulga abaixo o jornal do movimento: Água vale mais que minério!

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Fonte:

https://aguavalemaisqueminerio.wordpress.com/

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